BEBIDA AÇUCARADA. SE FAZ MAL PARA A SAÚDE, TEM QUE TER MAIS IMPOSTO.

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Seis em cada dez brasileiros apoiam

A reforma tributária está na pauta do Congresso. E com ela temos a chance de lutar pelo aumento do tributo das bebidas açucaradas, principalmente o refrigerante. Quando elevamos o imposto nesse tipo de produto, aumenta-se o preço e o consumo diminui.

Essa também é uma forma de alertar a sociedade sobre os riscos à saúde e incentivar o uso de produtos mais saudáveis. Além disso, o tributo arrecadado pode ser usado em ações de promoção da saúde e em investimentos na saúde pública.
DESCUBRA O VERDADEIRO SABOR DOS REFRIGERANTES
Você sabia que seis em cada dez brasileiros apoiam o aumento de impostos sobre as bebidas açucaradas para combater a obesidade e a diabetes?





As bebidas açucaradas podem causar obesidade, diabetes e doenças do coração. Para diminuir o consumo, é preciso aumentar os tributos nesse tipo de produto. É o que mostram experiências bem-sucedidas em outros países, estudos e pesquisas.




O consumo de bebidas açucaradas está associado a maior risco de obesidade na infância e na vida adulta, cáries, diabetes tipo 2, hipertensão e uma série de outros problemas de saúde, incluindo risco de morte. Um estudo que acompanhou 450 mil pessoas de dez países europeus mostrou que o consumo diário de 2 copos ou mais de refrigerantes aumenta em 17% o risco de morte precoce.




Países como México, Inglaterra, França, Noruega, Finlândia, Portugal e Chile já adotam impostos específicos para bebidas adoçadas, e os resultados observados têm sido extremamente positivos. A experiência do México, referência internacional, mostrou que o aumento de apenas 10% do imposto, em 2016, levou a uma queda de 7,6% do consumo em dois anos.




Estudo inédito realizado pela Fundação Instituto de Pesquisa Econômicas (Fipe) mostrou que a tributação sobre bebidas adoçadas pode ter impactos positivos também na economia. Simulação realizada revelou que um aumento de 20% na tributação sobre esses produtos poderia gerar um acréscimo de R$ 2,4 bilhões ao PIB, a criação de quase 70 mil empregos e a arrecadação de R$ 4,7 bilhões.





O Brasil ainda é um dos países que vai na contramão das melhores práticas e subsidia a indústria de bebidas açucaradas com incentivos fiscais. Isso traz prejuízos à saúde da população e aos cofres públicos em cerca de R$ 3,8 bilhões ao ano, segundo dados da Receita Federal.




Se o Brasil aplicasse um imposto de 20% sobre as bebidas adoçadas, estima-se uma redução no consumo de 830 milhões de litros por ano - e aumento do consumo de água mineral, suco de fruta natural, chá, café e leite. No caso dos cigarros, a tributação levou ao aumento no preço dos maços e mostrou-se a política mais efetiva na redução de 36% na prevalência de fumantes entre 2006 e 2017.






A Organização Mundial de Saúde, o Conselho Nacional de Saúde e o Instituto Nacional de Câncer (INCA) recomendam o aumento de impostos sobre bebidas açucaradas. De acordo com a pesquisa Datafolha/ACT, 61% dos brasileiros são favoráveis ao aumento de tributos sobre refrigerantes, chás e sucos com açúcar para reduzir o consumo e combater a obesidade e o diabetes.
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A ACT Promoção da Saúde é uma organização não governamental que atua na promoção e defesa de políticas de saúde pública, especialmente nas áreas de controle do tabagismo, alimentação saudável, controle do álcool e atividade física. O trabalho é realizado por meio de ações de advocacy, que incluem incidência política, comunicação, mobilização, formação de redes e pesquisa.






É uma coalizão que reúne organizações da sociedade civil, associações, coletivos, movimentos sociais, entidades profissionais e pessoas físicas que defendem o interesse público com o objetivo de desenvolver e fortalecer ações coletivas que contribuam para a realização do Direito Humano à Alimentação Adequada (DHAA).